Síndrome HELLP: Diagnóstico e Conduta na Gestação

Universidade do Estado do Pará - Belém — Prova 2018

Enunciado

Paciente de 25 anos, primigesta, com 36 semanas de gestação, vem apresentando picos de pressão arterial desde 24 semanas, chegando à 180/120 mmHg apesar do uso de nifedipina e metildopa em dose máxima, fez 5 consultas de pré-natal. Nega: cefaléia, febre, dor epigástrica, alterações visuais, convulsões ou outros sintomas. Submetida a miomectomia de três miomas uterinos há dois anos. Seus exames complementares mostram: transaminases quatro vezes maior que o normal, desidrogenase lática= 800UI/L, plaquetas=70 000/mm³, hemoglobina= 9,6 g/dL, esquizócitos em sangue periférico, leucócitos= 13 000/ mm³. Toque vaginal: colo grosso posterior e impérvio. Dentre as opções abaixo, a principal hipótese diagnóstica para esta gestante e a conduta mais adequada são:

Alternativas

  1. A) Síndrome HELLP e cesariana.
  2. B) Síndrome HELLP e induçao do parto com misoprostol.
  3. C) Síndrome HELLP e tratamento clínico, mantendo a gravidez.
  4. D) hepatite transinfecciosa e cesariana.
  5. E) hepatite transinfecciosa e indução do parto com misoprostol.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo