CESUPA - Centro Universitário do Estado do Pará — Prova 2018
Sobre a síndrome de fragilidade, as características que definem um idoso frágil são:
Síndrome de fragilidade = perda de peso, fadiga, fraqueza, lentidão, baixa atividade física (critérios de Fried).
A síndrome de fragilidade é uma condição geriátrica multifatorial caracterizada por diminuição da reserva e resistência a estressores, aumentando a vulnerabilidade a desfechos adversos. Os critérios de Fried são amplamente utilizados para sua identificação, focando em aspectos físicos e funcionais.
A síndrome de fragilidade é uma condição geriátrica complexa e multifatorial, caracterizada por uma diminuição da reserva fisiológica e resistência a estressores, resultando em maior vulnerabilidade a desfechos adversos. Sua prevalência aumenta com a idade e é um preditor independente de mortalidade, quedas, hospitalizações e incapacidade. A identificação precoce é fundamental para a implementação de estratégias de prevenção e manejo. O diagnóstico da fragilidade é frequentemente baseado nos critérios do fenótipo de fragilidade de Fried, que incluem perda de peso não intencional (>4,5 kg ou 5% do peso corporal em 1 ano), fadiga autorreferida, fraqueza muscular (medida pela força de preensão), lentidão na marcha (tempo para percorrer 4,5 metros) e baixa atividade física. A presença de três ou mais desses critérios define o idoso frágil, enquanto um ou dois critérios indicam pré-fragilidade. A avaliação deve ser abrangente, considerando também aspectos sociais e cognitivos. O manejo da fragilidade envolve uma abordagem multidisciplinar, focada na otimização nutricional, programas de exercícios físicos resistidos e aeróbicos, revisão medicamentosa para evitar polifarmácia e intervenções para condições crônicas. O objetivo é melhorar a capacidade funcional, reduzir o risco de eventos adversos e promover a qualidade de vida. A prevenção é a melhor estratégia, começando com hábitos de vida saudáveis na meia-idade.
Os cinco critérios do fenótipo de fragilidade de Fried incluem perda de peso não intencional (>4,5 kg ou 5% do peso corporal em 1 ano), fadiga autorreferida, fraqueza muscular (medida pela força de preensão), lentidão na marcha (tempo para percorrer 4,5 metros) e baixa atividade física.
O diagnóstico da fragilidade é crucial para identificar idosos com maior risco de desfechos adversos, como quedas, hospitalizações, institucionalização e mortalidade, permitindo intervenções precoces e um plano de cuidados mais adequado.
Fragilidade é um estado de vulnerabilidade sistêmica e diminuição da reserva fisiológica, enquanto comorbidades são doenças específicas. Embora possam coexistir, a fragilidade reflete uma menor resiliência a estressores, não apenas a presença de doenças.
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