HOB - Hospital Oftalmológico de Brasília (DF) — Prova 2020
A partir de estudo cardiovascular criou critérios diagnósticos conhecidos como o “Fenótipo da Fragilidade de Fried et al.”, ou “Escala de Rastreio de Fragilidade do Cardiovascular”. Podemos apenas CONCORDAR que:
Fenótipo da Fragilidade de Fried = 5 critérios: perda de peso NÃO intencional, fraqueza, exaustão, marcha lenta, baixa atividade física.
O Fenótipo da Fragilidade de Fried et al. é um conjunto de cinco critérios que definem a síndrome da fragilidade em idosos. A presença de três ou mais desses critérios indica fragilidade, enquanto um ou dois indicam pré-fragilidade. É fundamental para identificar idosos em risco de desfechos adversos à saúde.
A síndrome da fragilidade é uma condição geriátrica comum, caracterizada por uma diminuição da reserva fisiológica e da resistência a estressores, resultando em maior vulnerabilidade a desfechos adversos. O Fenótipo da Fragilidade de Fried et al. é um dos modelos mais aceitos e utilizados para sua identificação, sendo fundamental na avaliação geriátrica ampla. Os cinco critérios propostos por Fried são: perda de peso não intencional (perda de >4,5 kg ou >5% do peso corporal no último ano), fraqueza muscular (medida pela força de preensão manual), exaustão (fadiga auto-relatada), redução da velocidade da marcha (tempo para percorrer uma distância padrão) e baixo nível de atividade física (gasto energético semanal). A presença de três ou mais desses critérios define a fragilidade, enquanto a presença de um ou dois indica pré-fragilidade. O reconhecimento precoce da fragilidade é vital para a prática clínica, pois permite a implementação de intervenções direcionadas, como programas de exercícios resistidos, suplementação nutricional e revisão de polifarmácia, visando melhorar a qualidade de vida, prevenir incapacidades e reduzir a morbimortalidade em idosos. Para provas de residência, é essencial memorizar os cinco componentes do fenótipo de Fried.
Os cinco critérios são: perda de peso não intencional (>4,5 kg ou 5% do peso corporal em 1 ano), fraqueza muscular (força de preensão), exaustão (fadiga auto-relatada), redução da velocidade da marcha e baixo nível de atividade física.
O diagnóstico da fragilidade é crucial para identificar idosos com maior risco de quedas, hospitalizações, incapacidade e mortalidade. Permite intervenções precoces para retardar ou reverter o processo.
A sarcopenia (perda de massa e força muscular) é um componente central da síndrome da fragilidade, contribuindo diretamente para a fraqueza muscular e a redução da velocidade da marcha, sendo um dos principais mecanismos fisiopatológicos subjacentes.
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