Síndrome de Felty: Diagnóstico e Tríade Clínica Clássica

UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2025

Enunciado

Mulher de 55 anos tem histórico de poliartrite simétrica cumulativa muito dolorosa de início há nove anos, acometendo interfalangianas proximais, tornozelos e joelhos, que apresenta resposta ruim a AINEs. Refere emagrecimento de 10% do seu peso nos últimos meses e febre de 38°C. Ao exame físico, existe deformidade em mãos, nódulos subcutâneos em superfícies extensoras e esplenomegalia. O exame laboratorial apresenta hemoglobina = 9,5 g/dL, leucócitos = 4.500/mm³, sendo 43% de polimorfonucleares, 50% de linfócitos, 5% de monócitos e 2% de eosinófilos, e plaquetas = 180.000/mm³. Os achados que definem a síndrome de Felty, nesse caso, compreendem esplenomegalia, bem como:

Alternativas

  1. A) Imunofenotipagem com linfócitos B monoclonais e úlcera de perna.
  2. B) Vermelho do Congo positivo da sinóvia e nódulos pulmonares.
  3. C) Nódulos subcutâneos e úlcera de perna.
  4. D) Nódulos subcutâneos e neutropenia.

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