Síndrome da Embolia Gordurosa: Diagnóstico e Manejo

UFGD/HU - Hospital Universitário de Dourados (MS) — Prova 2019

Enunciado

Um homem de 19 anos foi admitido na sala de emergência após acidente de moto, com fratura cominutiva distal da tíbia e fibula direita. Usava capacate, sem sinais de trauma cranioencefálico, consciente, orientado, sem déficits focais, e sinais vitais dentro da normalidade. Foi avaliado pela ortopedia e tratado com tração. Após 48 horas de internação, apresentou subitamente quadro de confusão e agitação, seguido de rápido declínio da consciência e coma, com postura em extensão bilateral, sem alterações das pupilas. Apresentava frequência respiratória 48 irpm, em padrão irregular, frequência cardíaca 147 bpm, temperatura axilar 38,7º C e Pressão Arterial 80 x 40 mmHg. Saturação de O₂ em 83% Múltiplas petéquias não palpáveis eram vistas na conjuntiva e no terço superior do tórax. Tomografia de crânio mostrava alterações hipodensas em região frontal subcortical, bilateralmente, sem efeito de massa. Ecocardiograma beira-leito sem alterações, sem forame oval patente. TC de tórax normal. Leucócitos 17.000, PCR 100 e Plaquetas 90.000.

Alternativas

  1. A) Embolia Gordurosa.
  2. B) Tromboembolismo venoso.
  3. C) Encefalopatia causada por hipoxemia.
  4. D) Pneumonia aspirativa e sepse, com provável choque séptico.
  5. E) Contusão cerebral com hipertensão intracraniana.

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