Famema/HCFMM - Faculdade de Medicina de Marília (SP) — Prova 2020
Com relação às síndrome genéticas, é correto afirmar que:
Embora o risco de Down ↑ com idade materna, a maioria dos casos ocorre em mães < 35 anos devido à maior taxa de natalidade nesse grupo.
O risco individual de ter um filho com Síndrome de Down aumenta significativamente com a idade materna avançada. No entanto, como a maioria dos nascimentos ocorre em mulheres mais jovens (abaixo de 35 anos), o número absoluto de crianças com Síndrome de Down nascidas desse grupo etário é maior.
As síndromes genéticas representam um importante campo de estudo na medicina, com implicações significativas para o aconselhamento genético e a prática clínica. A Síndrome de Down, ou trissomia do cromossomo 21, é a anomalia cromossômica mais comum em nascidos vivos, caracterizada pela presença de uma cópia extra do cromossomo 21. Embora seja amplamente conhecido que o risco de ter um filho com Síndrome de Down aumenta com a idade materna avançada (especialmente após os 35 anos), é um equívoco comum pensar que a maioria dos casos ocorre nesse grupo. Na realidade, devido à maior taxa de natalidade em mulheres com menos de 35 anos, o número absoluto de crianças nascidas com Síndrome de Down é maior nesse grupo etário. Outras síndromes genéticas, como a Síndrome de Patau (trissomia do 13) e a Síndrome de Turner (monossomia do X), também têm suas particularidades epidemiológicas e genéticas. O risco de recorrência para trissomias é geralmente baixo, mas pode ser ligeiramente maior em mães que já tiveram um filho afetado. Para residentes, compreender a epidemiologia e os fatores de risco das síndromes genéticas é fundamental para o aconselhamento pré-natal e o manejo de pacientes.
O risco de ter um filho com Síndrome de Down aumenta exponencialmente com a idade materna, especialmente após os 35 anos, devido a um maior risco de não disjunção cromossômica durante a meiose.
Embora o risco individual aumente com a idade, a maioria dos nascimentos ocorre em mulheres com menos de 35 anos, pois este grupo etário tem uma taxa de natalidade muito maior, resultando em um número absoluto maior de casos.
O principal fator de risco para trissomias cromossômicas, como a Síndrome de Down (trissomia do 21), Síndrome de Patau (trissomia do 13) e Síndrome de Edwards (trissomia do 18), é a idade materna avançada.
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