FMJ - Faculdade de Medicina de Jundiaí - Hospital Universitário (SP) — Prova 2024
A cardiopatia mais comumente encontrada no recém‑nascido com síndrome de Down é o(a)
Síndrome de Down: cardiopatia mais comum é o defeito do septo atrioventricular (DSAV), ou canal atrioventricular comum.
A Síndrome de Down (Trissomia do cromossomo 21) está fortemente associada a cardiopatias congênitas, sendo o defeito do septo atrioventricular (DSAV), também conhecido como canal atrioventricular comum, a malformação cardíaca mais frequentemente encontrada nesses recém-nascidos.
A Síndrome de Down, ou Trissomia do cromossomo 21, é a anomalia cromossômica mais comum e está associada a uma série de malformações congênitas, sendo as cardiopatias as mais prevalentes e clinicamente significativas. Aproximadamente 40-50% dos recém-nascidos com Síndrome de Down apresentam alguma forma de cardiopatia congênita. Dentre as diversas malformações cardíacas, o defeito do septo atrioventricular (DSAV), também conhecido como canal atrioventricular comum, é a cardiopatia mais frequentemente encontrada nesta população. O DSAV resulta de um desenvolvimento incompleto do septo atrioventricular, levando a comunicações entre os átrios e ventrículos e anomalias nas valvas mitral e tricúspide. A detecção precoce dessas cardiopatias é fundamental, muitas vezes realizada por ecocardiograma fetal ou neonatal, pois elas podem levar a insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão pulmonar e outras complicações graves. O manejo pode variar desde acompanhamento clínico até intervenção cirúrgica, dependendo da gravidade e tipo do defeito. Para residentes, o conhecimento das associações entre síndromes genéticas e malformações congênitas é crucial para um diagnóstico e manejo abrangentes.
A cardiopatia congênita mais comumente encontrada em recém-nascidos com Síndrome de Down é o defeito do septo atrioventricular (DSAV), também conhecido como canal atrioventricular comum.
O DSAV é uma malformação cardíaca complexa que envolve defeitos nos septos atrial e ventricular, além de anomalias nas valvas atrioventriculares, resultando em comunicação entre as quatro câmaras cardíacas.
A identificação precoce de cardiopatias congênitas é vital em recém-nascidos com Síndrome de Down devido ao seu impacto significativo na morbidade e mortalidade. O diagnóstico permite o manejo adequado e a intervenção cirúrgica quando necessária.
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