Santa Casa de Alfenas - Casa de Caridade (MG) — Prova 2025
Sobre a Síndrome de Down, assinale alternativa incorreta:
Síndrome de Down: Cardiopatia congênita ~50%, mais comum é Defeito do Septo Atrioventricular (DSAV), não TGV.
A cardiopatia congênita é a anomalia mais comum na Síndrome de Down, afetando cerca de 40-60% dos pacientes. O defeito do septo atrioventricular (DSAV) é a cardiopatia mais frequente, e não a Transposição dos Grandes Vasos (TGV), que é uma cardiopatia cianótica complexa, mas menos comum na SD.
A Síndrome de Down (Trissomia do cromossomo 21) é a anomalia cromossômica mais comum e está associada a uma série de características físicas e condições médicas. O acompanhamento dessas crianças requer uma abordagem multidisciplinar e o conhecimento das comorbidades mais prevalentes, que impactam diretamente a qualidade de vida e o prognóstico. As cardiopatias congênitas são as anomalias mais frequentes, afetando cerca de 40-60% dos indivíduos com Síndrome de Down, sendo o Defeito do Septo Atrioventricular (DSAV) a mais comum, seguido pela comunicação interventricular (CIV) e comunicação interatrial (CIA). A Transposição dos Grandes Vasos, embora grave, é rara na SD. Outras condições importantes incluem hipotireoidismo, doenças hematológicas (leucemia), problemas gastrointestinais e instabilidade atlanto-axial, que deve ser investigada após os 3 anos de idade. O acompanhamento do crescimento deve ser feito com curvas específicas (ex: Bertapelle) devido ao padrão de crescimento distinto. A triagem para hipotireoidismo e doenças hematológicas é crucial. O ecocardiograma deve ser realizado em todos os recém-nascidos com Síndrome de Down para identificar precocemente as cardiopatias e planejar a intervenção necessária, melhorando o prognóstico e a sobrevida.
A cardiopatia congênita mais comum na Síndrome de Down é o Defeito do Septo Atrioventricular (DSAV), que pode ser completo ou parcial, afetando cerca de 40-60% dos pacientes com a síndrome.
A investigação da instabilidade atlanto-axial deve ser feita após os três anos de idade, geralmente com radiografias da coluna cervical em flexão e extensão, devido ao risco de compressão medular.
É importante usar curvas de crescimento específicas (como as de Bertapelle) porque crianças com Síndrome de Down possuem um padrão de crescimento distinto, com menor estatura e peso, e o uso de curvas da população geral pode levar a interpretações errôneas do estado nutricional.
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