SOP: Critérios de Rotterdam e Diagnóstico Clínico

HFA - Hospital das Forças Armadas (DF) — Prova 2017

Enunciado

Paciente, 29 anos de idade, refere ciclos menstruais irregulares, chegando a ficar seis meses sem menstruar. Nega uso de métodos anticoncepcionais. Vai ao consultório, pois está casada há cinco anos e não conseguiu engravidar desde então. Levou ultrassom transvaginal mostrando útero com 50 cm³, miométrio homogêneo, ovários aumentados de volume, com múltiplos folículos periféricos. Ao exame físico, obtiveram-se IMC = 28 kg/m², índice de Ferriman-Gallwey = 14, acantose nigricans no pescoço. Apresenta abdome plano, sem massas palpáveis, indolor. Exame especular e toque vaginal sem alterações. Nesse caso clínico, os critérios para definir o diagnóstico como síndrome de ovários policísticos:

Alternativas

  1. A) Não são suficientes, já que é necessário dosar LH e FSH para avaliar se a relação entre os dois é 3:2
  2. B) Não são suficientes, já que é necessário comprovar aumento de androgênios séricos representados pela testosterona livre, androstenediona e S-DHEA para definição diagnóstica
  3. C) São suficientes, já que a paciente em questão apresenta hiperandrogenismo clínico e ultrassom sugestivo de ovários policísticos
  4. D) São suficientes, já que a paciente apresenta sobrepeso e irregularidade menstrual
  5. E) São suficientes, considerando que a paciente apresenta infertilidade primária de longa data

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo