UFPA/HUJBB - Hospital Universitário João de Barros Barreto - Belém (PA) — Prova 2015
Foi considerado um critério isolado para o diagnóstico da síndrome dos ovários policísticos no Consenso de Rotterdam:
Diagnóstico SOP (Rotterdam): 2 de 3 critérios → Oligo/anovulação, hiperandrogenismo (clínico/bioquímico), ovários policísticos USG.
O Consenso de Rotterdam para o diagnóstico da Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) exige a presença de pelo menos dois dos três critérios: oligoanovulação (ex: oligomenorreia), hiperandrogenismo (clínico ou laboratorial) e ovários policísticos ao ultrassom.
A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) é um distúrbio endócrino comum que afeta mulheres em idade reprodutiva, caracterizado por uma combinação de disfunção ovulatória, hiperandrogenismo e morfologia ovariana policística. É uma das principais causas de infertilidade anovulatória e está associada a diversas comorbidades metabólicas, como resistência à insulina e maior risco cardiovascular. O diagnóstico da SOP é baseado nos critérios do Consenso de Rotterdam (2003), que exigem a presença de pelo menos dois dos três seguintes: 1) Oligoanovulação ou anovulação crônica (evidenciada por oligomenorreia ou amenorreia); 2) Hiperandrogenismo clínico (hirsutismo, acne, alopecia androgênica) e/ou bioquímico (aumento dos níveis de androgênios séricos); e 3) Ovários policísticos à ultrassonografia (≥ 20 folículos por ovário ou volume ovariano ≥ 10 cm³ em pelo menos um ovário). O tratamento da SOP é individualizado e visa controlar os sintomas e reduzir os riscos a longo prazo. As opções incluem mudanças no estilo de vida (dieta e exercício), contraceptivos orais combinados para regular o ciclo menstrual e tratar o hiperandrogenismo, metformina para resistência à insulina e indutores de ovulação para mulheres que desejam engravidar. O acompanhamento regular é essencial para monitorar e manejar as comorbidades associadas.
Os três critérios são: oligoanovulação ou anovulação crônica (manifestada por oligomenorreia ou amenorreia), sinais clínicos e/ou bioquímicos de hiperandrogenismo, e ovários policísticos à ultrassonografia.
Para o diagnóstico de SOP pelo Consenso de Rotterdam, são necessários pelo menos dois dos três critérios mencionados.
A oligomenorreia é uma manifestação da oligoanovulação, que é um dos três critérios principais do Consenso de Rotterdam. Não é um critério isolado no sentido de ser o único necessário, mas é um dos pilares diagnósticos.
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