HOS/BOS - Hospital Oftalmológico de Sorocaba - Banco de Olhos (SP) — Prova 2022
Para o diagnóstico clínico da síndrome do desfiladeiro torácico (Thoracic Outlet Syndrome – TOS), patologia que acomete geralmente mulheres na meia idade, algumas manobras clínicas podem ser empregadas, como o teste de
Síndrome Desfiladeiro Torácico (TOS) → Teste de Adson (compressão escalênica) é manobra diagnóstica chave.
A Síndrome do Desfiladeiro Torácico (TOS) é uma condição complexa que envolve a compressão de estruturas neurovasculares na região do desfiladeiro torácico. O teste de Adson é uma manobra clássica para avaliar a compressão da artéria subclávia e do plexo braquial pelos músculos escalenos, sendo fundamental no diagnóstico clínico.
A Síndrome do Desfiladeiro Torácico (TOS) é uma condição complexa que se manifesta pela compressão do plexo braquial, da artéria subclávia e/ou da veia subclávia na região do desfiladeiro torácico, um espaço anatômico entre a clavícula, a primeira costela e os músculos escalenos. Embora possa afetar qualquer pessoa, é mais comum em mulheres de meia-idade e indivíduos com histórico de trauma ou atividades repetitivas. A importância clínica reside na variedade de sintomas que podem mimetizar outras condições, tornando o diagnóstico um desafio para o residente. O diagnóstico da TOS é predominantemente clínico, baseado na história do paciente e em manobras provocativas específicas. O Teste de Adson é uma das manobras mais conhecidas e visa identificar a compressão da artéria subclávia e do plexo braquial pelos músculos escalenos. Outros testes incluem o Teste de Roos (elevação dos braços) e o Teste de Wright (hiperabdução). A fisiopatologia envolve a redução do espaço do desfiladeiro torácico devido a fatores anatômicos (costela cervical, banda fibrosa) ou funcionais (hipertrofia muscular, má postura), levando à compressão das estruturas neurovasculares. O tratamento da TOS geralmente começa com medidas conservadoras, como fisioterapia para fortalecer os músculos do ombro e pescoço, melhorar a postura e alongar os escalenos. Medicamentos para dor e inflamação também podem ser utilizados. Em casos refratários ou com sintomas graves (neurológicos ou vasculares progressivos), a intervenção cirúrgica para descompressão do desfiladeiro torácico pode ser indicada. O prognóstico varia, mas muitos pacientes respondem bem ao tratamento conservador.
A Síndrome do Desfiladeiro Torácico (TOS) é um conjunto de sintomas causados pela compressão de nervos (plexo braquial) e/ou vasos sanguíneos (artéria e veia subclávia) na região do desfiladeiro torácico. As causas incluem anomalias congênitas (costela cervical), trauma, má postura, hipertrofia muscular (escalenos) e tumores.
No Teste de Adson, o paciente inspira profundamente, estende o pescoço e vira a cabeça para o lado afetado. O examinador palpa o pulso radial. Um teste positivo é a diminuição ou desaparecimento do pulso radial, indicando compressão da artéria subclávia pelos músculos escalenos hipertrofiados ou anômalos.
Existem três tipos principais: neurológica (mais comum, com dor, parestesia e fraqueza no membro superior), arterial (com isquemia, dor e palidez) e venosa (com edema, cianose e dor). Os sintomas variam conforme a estrutura comprimida, mas frequentemente envolvem dor no pescoço, ombro e braço.
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