HOA - Hospital de Olhos de Aparecida de Goiânia (GO) — Prova 2023
Essa síndrome é mais comum em mulheres de meia-idade e consiste na compressão da veia subclávia e dos nervos do plexo braquial. As regiões mais afetadas são o triângulo interescaleno (artéria e nervos), o espaço costoclavicular (veia) e a área subcoracoide (artéria, veia e nervos).
Síndrome desfiladeiro torácico = compressão neurovascular em triângulo interescaleno, espaço costoclavicular ou área subcoracoide.
A Síndrome do Desfiladeiro Torácico é uma condição complexa que envolve a compressão de estruturas neurovasculares (plexo braquial, artéria e veia subclávia) em pontos anatômicos específicos da saída torácica. A apresentação clínica varia conforme a estrutura mais afetada, sendo crucial para o diagnóstico e manejo.
A Síndrome do Desfiladeiro Torácico (SDT) é uma condição clínica caracterizada pela compressão de estruturas neurovasculares (plexo braquial, artéria e veia subclávia) na saída torácica. É mais prevalente em mulheres de meia-idade e sua importância reside na variedade de sintomas que pode mimetizar outras patologias, tornando o diagnóstico um desafio. A fisiopatologia da SDT envolve a redução do espaço em três áreas anatômicas principais: o triângulo interescaleno, o espaço costoclavicular e a área subcoracoide. Anormalidades congênitas (costela cervical, megatransverso de C7) ou adquiridas (trauma, postura, hipertrofia muscular) podem predispor à compressão. O diagnóstico é clínico, complementado por exames de imagem e testes provocativos. O tratamento da SDT é inicialmente conservador, com fisioterapia para fortalecimento e alongamento. Em casos refratários ou com comprometimento vascular grave, a intervenção cirúrgica para descompressão pode ser necessária. O reconhecimento precoce e o manejo adequado são cruciais para evitar complicações e melhorar a qualidade de vida do paciente.
Os principais locais de compressão são o triângulo interescaleno (artéria e nervos), o espaço costoclavicular (veia) e a área subcoracoide (artéria, veia e nervos).
As estruturas mais comumente afetadas são a veia subclávia e os nervos do plexo braquial, embora a artéria subclávia também possa ser comprimida.
A manifestação clínica varia, podendo incluir dor, parestesia, fraqueza no membro superior (compressão nervosa) ou edema, cianose e dor (compressão venosa), ou isquemia (compressão arterial).
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