SDR em RN de Mãe Diabética: Diagnóstico e Conduta

Faculdade de Medicina Nova Esperança — Prova 2026

Enunciado

Recém-nascido, 38 semanas, parto vaginal, sexo masculino, Apgar 8/9, filho de mãe (32 anos) diabética mal controlada. Não fez uso de corticoide antenatal. Nas primeiras horas de vida, evolui com taquipneia progressiva, gemido expiratório, batimento de asa nasal e tiragem intercostal, com dificuldade para mamar. No exame, FR 70 irpm, FC 158 bpm, SatO₂ 86% em ar ambiente. À ausculta, murmúrio vesicular diminuído difusamente, sem sopros cardíacos. Gasometria: PaO₂ reduzida, hipercapnia discreta. Radiografia de tórax: infiltrado reticulogranular difuso em "vidro moído" com presença de broncograma aéreo. Qual o diagnóstico mais provável e a conduta inicial adequada nesse caso?

Alternativas

  1. A) Síndrome do desconforto respiratório do RN - iniciar CPAP nasal; considerar surfactante conforme necessidade.
  2. B) Pneumonia congênita - antibiótico EV imediato.
  3. C) Taquipneia transitória do RN - apenas observação e oxigênio, se necessário.
  4. D) Cardiopatia congênita cianótica - iniciar prostaglandina EV.
  5. E) Atelectasia pulmonar - fisioterapia respiratória intensiva.

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