HSLRP - Hospital São Luiz Rede D'Or Ribeirão Preto (SP) — Prova 2025
Assinale a alternativa correta em relação à Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo em Pediatria (SDRA-P):
Classificação PALICC-2 para SDRA-P: 4 categorias (leve, moderada, grave, muito grave) baseadas em oxigenação e suporte.
A nova classificação PALICC-2 para a Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo Pediátrico (SDRA-P) é mais detalhada que a anterior, dividindo a síndrome em quatro categorias de gravidade (leve, moderada, grave e muito grave) com base em parâmetros de oxigenação e suporte ventilatório.
A Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo Pediátrico (SDRA-P) é uma condição grave de insuficiência respiratória que afeta crianças, com alta morbidade e mortalidade. Ela se caracteriza por hipoxemia aguda, infiltrados pulmonares bilaterais e edema pulmonar não cardiogênico. A compreensão e o diagnóstico precoce são cruciais para o manejo adequado. A classificação da SDRA-P evoluiu para melhor refletir as particularidades da população pediátrica. A classificação PALICC (Pediatric Acute Lung Injury Consensus Conference) de 2015 foi um marco, e a PALICC-2, mais recente, refinou ainda mais esses critérios. Ela considera parâmetros como a relação PaO2/FiO2, a necessidade de suporte ventilatório e a presença de infiltrados bilaterais para definir a gravidade. Segundo a nova classificação PALICC-2, a SDRA-P é categorizada em quatro níveis de gravidade: leve, moderada, grave e muito grave. Essa estratificação é fundamental para guiar as estratégias terapêuticas, incluindo a ventilação mecânica protetora, e para padronizar a pesquisa clínica. O manejo da SDRA-P é complexo e exige uma equipe multidisciplinar em ambiente de terapia intensiva.
A SDRA-P é uma forma de insuficiência respiratória aguda que ocorre em crianças com lesão pulmonar aguda, caracterizada por hipoxemia, infiltrados pulmonares bilaterais e redução da complacência pulmonar, não explicada por insuficiência cardíaca.
A classificação PALICC-2 divide a SDRA-P em quatro categorias: leve, moderada, grave e muito grave, baseando-se principalmente na relação PaO2/FiO2 e no suporte ventilatório necessário.
Uma classificação específica é necessária porque a fisiologia pulmonar e as etiologias da SDRA em crianças diferem das dos adultos, e os critérios de Berlim não se aplicavam adequadamente à população pediátrica.
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