Angina Instável de Alto Risco: Conduta e Estratificação

UEL - Hospital Universitário de Londrina (PR) — Prova 2018

Enunciado

Paciente, 65 anos de idade, hipertenso, diabético, dislipidêmico e tabagista, evoluiu com dor torácica em aperto com irradiação para dorso e braço esquerdo desencadeado por esforço físico. Relata que após se sentar e se acalmar, a dor passou espontaneamente. Relata episódios semelhantes ocorridos anteriormente, porém observou aumento da frequência dos sintomas na última semana. Foi encaminhado ao pronto-socorro. No momento do atendimento, estava sem dor e assintomático. O eletrocardiograma inicial não mostrou alterações isquêmicas agudas. PA = 130/80 mmHg; FC = 90 bpm. Exame físico sem alterações significativas. Considerando as recomendações do SAVICO (Suporte Avançado de Insuficiência Coronária), assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada.

Alternativas

  1. A) Paciente com dor tipo A e alto risco: seriar enzimas. Independentemente do resultado das enzimas, estratificar risco de forma invasiva (cateterismo cardíaco).
  2. B) Paciente com dor tipo A e alto risco: seriar enzimas. Se enzimas positivas, estratificar risco de forma invasiva (cateterismo cardíaco); Se negativas, investigar de forma não invasiva. 
  3. C) Paciente com dor tipo A e alto risco: seriar enzimas e ECG. Se enzimas negativas, estratificar de forma não invasiva, solicitando teste ergométrico ou cintilografia miocárdica com paciente internado. 
  4. D) Paciente com dor tipo A e alto risco: seriar enzimas e ECG. Se enzimas negativas, estratificar de forma não invasiva, solicitando teste ergométrico ou cintilografia miocárdica de forma ambulatorial. 
  5. E) Paciente com dor tipo B e risco intermediário: seriar enzimas e ECG. Se enzimas negativas, estratificar de forma não invasiva, solicitando teste ergométrico ou cintilografia miocárdica de forma ambulatorial. 

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