SCA Sem Supra de ST: Estratificação de Risco e Cateterismo
Santa Casa de Goiânia (GO) — Prova 2020
Enunciado
Paciente S.G.A, do sexo masculino, de 66 anos, hipertenso, tabagista, diabético, em uso regular de losartana (50 mg/dia), metformina (850 mg/dia) e de ácido acetilsalicílico (100 mg/dia) há seis meses, deu entrada no pronto atendimento com dor precordial típica, de início há três horas e que melhorou com uso de nitrato. Após realizar os exames de emergência para síndrome coronariana aguda (troponina positiva, creatinina 0,8 mg/dl, ureia 32 mg/dl e eletrocardiograma). Nesse caso, o paciente
Alternativas
A) deve ser estratificado invasivamente (cateterismo cardíaco, com urgência, por se tratar de uma síndrome coronariana aguda com supra de ST.
B) deve ser estratificado invasivamente (cateterismo cardíaco, de maneira precoce, por se tratar de alto risco cardiológico (TIMI RISK alto, com uma síndrome coronariana aguda sem supra de ST.
C) deve ser encaminhado para estratificação não invasiva, por se tratar de um paciente de baixo risco cardiológico (TIMI RISK baixo, com uma síndrome coronariana aguda sem supra de ST.
D) deve ser trombolisado, por se tratar de síndrome coronariana aguda, na falta de estratificação invasiva (cateterismo cardíaco).
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