Síndrome Compartimental Aguda: Diagnóstico e Manejo Urgente

Santa Casa de São Paulo - ISCMSP/FCMSCSP (SP) — Prova 2022

Enunciado

Um paciente de 35 anos de idade deu entrada no pronto-socorro após ter sido vítima de atropelamento, sofrendo fratura diafisária dos ossos da perna direita, sem sinais de exposição óssea. Na urgência, foi realizada uma analgesia endovenosa com dipirona e cetoprofeno e a imobilização provisória do membro inferior com tala gessada. No entanto, o paciente evoluiu com piora progressiva da dor e edema tenso do membro, com presença de flictenas. Quando o plantonista foi reavaliá-lo, observou piora significativa da dor com a extensão passiva dos artelhos (dedos dos pés). Com base nesse caso hipotético, é correto afirmar que a melhor conduta será

Alternativas

  1. A) levar o paciente para o centro cirúrgico, fixar a fratura com fixador externo e realizar dermatofasciotomia. 
  2. B) levar o paciente para o centro cirúrgico, realizar fasciotomia percutânea e não fixar a fratura na urgência, aguardando a melhora das partes moles. 
  3. C) levar o paciente para o centro cirúrgico, fixar a fratura com placa e parafusos e realizar dermatofasciotomia. 
  4. D) melhorar a redução da fratura e realizar gesso circular, uma vez que a tala gessada não garante estabilidade suficiente para a fratura, justificando a dor do paciente.
  5. E) aumentar a analgesia endovenosa e elevar o membro para a melhora do edema. 

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