Síndrome do Choque Tóxico Estafilocócico: Diagnóstico e Manejo

Faculdade de Medicina Nova Esperança — Prova 2024

Enunciado

Uma mulher de 25 anos de idade possui uma ulceração crônica em membro inferior esquerdo em decorrência de trauma prévio, e procura emergência devido ao surgimento de exantema, hipotensão e febre. Nega viagens, exposição ao ar livre e possui cartão de vacinação em dia; não usa drogas intravenosas. Ao exame, a úlcera possui aparência limpa, com base granulada e sem eritema, calor ou secreção purulenta. Entretanto, a paciente apresenta eritema difuso, proeminente na palma das mãos, conjuntivas e na mucosa oral, além de hipotensão profusa e taquicardia. O laboratório traz creatinina 2,8 mg/dl, AST 250 U/L, ALT 328 U/L, bilirrubina total de 3,2 mg/dl, bilirrubina direta de 0,5 mg/dl, INR de 1,5, plaquetas 95 000/μL. O nível de ferritina é de 1150 /μg/ml. O tratamento é feito com antibiótico de amplo espectro, após obtenção de hemoculturas; recebe reanimação de líquidos IV. e vasopressina. Hemoculturas negativas em 72 horas; nesse momento, as pontas dos dedos das mãos começam a descamar. Qual o diagnóstico provável?

Alternativas

  1. A) Sífilis secundária.
  2. B) Síndrome do choque tóxico estafilocócico.
  3. C) Síndrome do choque tóxico estreptocócico.
  4. D) Leptospirose.
  5. E) Febre tifoide.

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