Anticoagulação na DRC Dialítica e SAF: Manejo da TVP

SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2025

Enunciado

Uma mulher de 27 anos de idade, doente renal crônica dialítica devido à nefrite lúpica, com perdas de duas gestações prévias e AVC isquêmico há um ano, compareceu ao hospital com edema assimétrico de membro inferior esquerdo, realizou usg Doppler, confirmando diagnóstico de tvp. A paciente apresentou os seguintes valores para os sinais vitais: PA 145 x 95; FC 89 bpm; sat. 99% em ar ambiente; FR 15 irpm; e livedo reticular notado em membros inferiores. Estava consciente e orientada, e com extremidades quentes. Ainda em ambiente de observação no pronto‑socorro, a paciente relatou que possuía condições financeiras para a compra de medicamentos e desejava tratar‑se em casa.Considerando a situação hipotética apresentada, assinale a alternativa correta.

Alternativas

  1. A) A paciente pode ter alta com apixabana via oral, devido ao fato de este ser o anticoagulante oral direto com menor metabolização renal.
  2. B) A paciente pode ter alta com rivaroxabana, devido à sua metabolização ser predominantemente hepática.
  3. C) A paciente deve ser internada para avaliar possíveis complicações devido aos antecedentes apresentados, realizar início de anticoagulação com heparina endovenosa e transição para apixabana oral no momento da alta.
  4. D) A paciente deve ser internada, anticoagulação endovenosa com heparina e início de marevan até inr próximo ao alvo.
  5. E) A paciente deve ser internada, e, assim, deve‑se proceder à anticoagulação com heparina de baixo peso molecular (enoxaparina) e dar início a marevan até inr próximo ao alvo.

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