SAAF e Perdas Gestacionais: Diagnóstico e Tratamento
Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Campus Curitiba — Prova 2020
Enunciado
Inês, 27 anos, branca, casada, vendedora de roupas, relação estável e único parceiro. Procura consulta especializada devido a nunca ter alcançado sucesso em gestações prévias. Na história, relata primeira gravidez aos 22 anos que evoluiu com óbito intra- útero a 18 semanas. Aos 24 anos, nova tentativa de gravidez e morte ovular com 10 semanas, a terceira gestação aos 25 anos, quando novamente evoluiu para abortamento com 8 semanas. Nos anatomopatológicos e estudo cromossômico do material, trazidos por ela, as três gestações mostravam ausência de aneuploidias. Considerando o caso clínico, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
A) O diagnóstico mais provável da paciente com base na histórica clínica é de incompetência istmocervical sendo indicado cerclagem na próxima gestação entre 12 e 16 semanas pela técnica McDonald.
B) Na próxima gestação, o tratamento para a paciente deve ser feito com AAS e heparina profilática, se confirmado o diagnóstico de síndrome anticorpo antifosfolipídeo.
C) Na próxima gestação, o tratamento para a paciente deve ser feito com AAS e heparina 1 mg/Kg a cada 12 horas, se confirmado o diagnóstico de síndrome anticorpo antifosfolipídeo.
D) O diagnóstico de síndrome anticorpo antifosfolipídeo pode ser obtido com dosagens de anticorpos anticardiolipina positivo e confirmado com intervalo de 8 semanas.
E) O diagnóstico de síndrome anticorpo antifosfolipídeo pode ser obtido com dosagens de anticorpo antibeta-2- glicoproteína 1 positivo e confirmado com intervalo de 10 semanas.
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