FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2015
O sinal de ruptura intracapsular de implantes mamários de silicone vistos pela ressonância nuclear magnética é chamado de:
Ruptura intracapsular implante silicone na RM = Sinal de Linguine.
O sinal de Linguine na ressonância magnética é patognomônico de ruptura intracapsular de implantes mamários de silicone, caracterizado por linhas finas e escuras dentro do gel de silicone, representando a cápsula do implante colapsada.
A avaliação da integridade dos implantes mamários de silicone é uma parte crucial do acompanhamento de pacientes que passaram por mamoplastia de aumento ou reconstrução. A ruptura do implante é uma complicação que pode ser assintomática ou manifestar-se com dor, alterações na forma da mama ou contratura capsular. A detecção precoce é importante para o planejamento da conduta e para evitar complicações maiores. A ressonância magnética (RM) é o método de imagem mais sensível e específico para o diagnóstico de ruptura de implantes mamários, especialmente para as rupturas intracapsulares. O 'sinal de Linguine' é o achado patognomônico na RM para a ruptura intracapsular, onde a concha do implante colapsa e flutua dentro do silicone que vazou, mas que ainda está contido pela cápsula fibrosa ao redor do implante. Este sinal é visualizado como múltiplas linhas finas dentro do gel de silicone. Para residentes, é fundamental reconhecer os sinais radiológicos de ruptura de implantes, pois a RM é frequentemente solicitada para essa avaliação. A compreensão das diferentes apresentações de ruptura (intracapsular vs. extracapsular) e a capacidade de diferenciar artefatos de achados verdadeiros são habilidades essenciais para a prática clínica e a interpretação de exames de imagem em pacientes com implantes mamários.
O sinal de Linguine é um achado característico na ressonância magnética que indica ruptura intracapsular de implantes mamários de silicone. Ele se manifesta como múltiplas linhas finas e escuras, semelhantes a 'macarrão', dentro do gel de silicone, que representam a concha do implante colapsada e flutuando no silicone extravasado, mas ainda contido pela cápsula fibrosa.
Os principais métodos são a mamografia, ultrassonografia e ressonância magnética. A mamografia pode detectar calcificações e alterações na forma do implante. A ultrassonografia é útil para avaliar a integridade da cápsula e a presença de silicone extracapsular. A ressonância magnética é considerada o padrão-ouro para detectar rupturas, especialmente as intracapsulares.
As complicações mais comuns incluem contratura capsular, ruptura do implante (intracapsular ou extracapsular), infecção, hematoma, seroma e, mais raramente, linfoma anaplásico de grandes células associado a implantes mamários (BIA-ALCL).
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