SMA Volta Redonda - Secretaria Municipal de Saúde (RJ) — Prova 2021
De acordo com o Protocolo de Manejo Clínico da Covid-19 do Ministério da Saúde, a respeito dos sinais de gravidade que indicam maior risco de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), marque a afirmativa INCORRETA:
Hipertensão arterial não é sinal de gravidade para SRAG por Covid-19; SpO2 < 95%, FR ↑, desconforto respiratório sim.
A hipertensão arterial, embora seja uma comorbidade importante e fator de risco para desfechos graves na Covid-19, não é por si só um sinal de gravidade que indica risco iminente de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no contexto agudo da doença, ao contrário da hipoxemia e do desconforto respiratório.
A identificação precoce dos sinais de gravidade na COVID-19 é fundamental para o manejo adequado e a prevenção da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). O Ministério da Saúde estabeleceu critérios claros para auxiliar os profissionais de saúde nessa avaliação. Sinais como saturação de oxigênio abaixo de 95% em ar ambiente, taquipneia (aumento da frequência respiratória para a idade) e desconforto respiratório (tiragem intercostal, uso de musculatura acessória) são indicativos de gravidade e necessidade de suporte hospitalar. Em crianças, a avaliação deve incluir a observação de batimentos de asa nasal, cianose, tiragem intercostal, desidratação e inapetência, que sinalizam um quadro mais grave. A insuficiência respiratória aguda, independentemente da idade, durante o período sazonal de infecções respiratórias, também é um critério de SRAG. É importante diferenciar comorbidades de sinais agudos de gravidade. A hipertensão arterial, embora seja uma comorbidade comum e um fator de risco para desfechos desfavoráveis na COVID-19, não é um sinal agudo que indique diretamente a progressão para SRAG no momento da avaliação. Os sinais de gravidade focam nas manifestações diretas da disfunção respiratória e sistêmica aguda.
Os principais sinais incluem saturação de oxigênio (SpO2) < 95% em ar ambiente, sinais de desconforto respiratório (tiragem, uso de musculatura acessória), aumento da frequência respiratória e hipotensão.
Em crianças, deve-se observar batimentos de asa nasal, cianose, tiragem intercostal, desidratação, inapetência, letargia e aumento da frequência respiratória para a idade.
A hipertensão é uma comorbidade que aumenta o risco de desfechos graves na COVID-19, mas não é um sinal agudo de gravidade respiratória. Sinais de gravidade se referem a manifestações diretas da insuficiência respiratória ou choque.
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