PMFI - Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu (PR) — Prova 2022
São sinais semiológicos sugestivos de apendicite aguda, exceto:
Sinal de Jobert → pneumoperitônio; NÃO apendicite aguda.
O sinal de Jobert é a perda da macicez hepática à percussão, indicativo de pneumoperitônio (ar livre na cavidade abdominal), condição associada a perfurações de vísceras ocas, e não um sinal direto de apendicite aguda.
A apendicite aguda é uma das causas mais comuns de abdome agudo cirúrgico, caracterizada pela inflamação do apêndice vermiforme. O diagnóstico é predominantemente clínico, baseado na história e exame físico, embora exames complementares possam auxiliar. A identificação correta dos sinais semiológicos é crucial para o manejo adequado e precoce. Sinais como Blumberg, Rovsing, Psoas e Obturador são classicamente associados à apendicite aguda, indicando irritação peritoneal localizada. O sinal de Lenander (diferença de temperatura axilo-retal) e Dunphy (dor em FID ao tossir) também são sugestivos. No entanto, o sinal de Jobert, que é a perda da macicez hepática à percussão, indica pneumoperitônio, uma condição grave que sugere perfuração de víscera oca, não sendo um sinal direto de apendicite. O diagnóstico diferencial do abdome agudo é vasto, e a distinção entre as diversas causas é fundamental para evitar atrasos no tratamento. A apendicite aguda não tratada pode evoluir para perfuração, peritonite e sepse, tornando o reconhecimento precoce dos sinais e sintomas uma prioridade na prática médica para garantir melhores desfechos.
Os sinais clássicos incluem dor em fossa ilíaca direita (ponto de McBurney), Blumberg (descompressão brusca dolorosa), Rovsing (dor em FID à palpação de FIE), Psoas e Obturador, indicando irritação peritoneal localizada.
O sinal de Jobert indica a presença de pneumoperitônio, que é ar livre na cavidade abdominal, geralmente causado por perfuração de uma víscera oca, como úlcera péptica perfurada ou diverticulite.
O sinal de Lenander é a diferença de temperatura entre a axila e o reto maior que 1°C, com a temperatura retal mais elevada, sugerindo processo inflamatório pélvico, como na apendicite retrocecal.
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