UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2024
Jovem de 25 anos, sem comorbidades, procura a atenção primária à saúde (APS) por cefaleia persistente. Relata início do quadro há cerca de um mês, com cefaleia hemicraniana à direita, diária, que atrapalha o seu sono e melhora parcialmente com uso de analgésicos comuns. Paciente apresenta fotofobia, fonofobia e náuseas, ocasionalmente, e nega vômitos, febre, alterações do estado mental ou turvação visual. O exame neurológico não apresenta alterações. A característica do quadro descrito considerada sinal de alarme para causas secundárias de cefaleia é:
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