Santa Casa de São José dos Campos (SP) — Prova 2025
São complicações da cirurgia na hiperidrose EXCETO:
Complicações da simpatectomia para hiperidrose incluem dor, sangramento, pneumotórax e sudorese compensatória; bradicardia NÃO é comum.
A simpatectomia torácica endoscópica (ETS) é um tratamento eficaz para hiperidrose grave, mas possui complicações. As mais comuns incluem dor, hematomas, sangramento, pneumotórax e, principalmente, a sudorese compensatória. Bradicardia não é uma complicação esperada, sendo mais comum a taquicardia reflexa ou alterações da frequência cardíaca em resposta à anestesia ou dor.
A hiperidrose, caracterizada por sudorese excessiva e incontrolável, pode ter um impacto significativo na qualidade de vida. Quando os tratamentos conservadores falham, a simpatectomia torácica endoscópica (ETS) surge como uma opção cirúrgica eficaz. A epidemiologia mostra que a hiperidrose primária afeta uma parcela considerável da população, e a cirurgia é geralmente reservada para casos graves. A importância clínica reside na melhora drástica dos sintomas para muitos pacientes. A fisiopatologia da hiperidrose primária envolve uma hiperatividade do sistema nervoso simpático. A ETS consiste na interrupção cirúrgica da cadeia simpática torácica, que inerva as glândulas sudoríparas. O diagnóstico da hiperidrose é clínico, e a indicação cirúrgica é feita após falha de outras terapias. O tratamento cirúrgico, embora eficaz, não é isento de riscos. As complicações mais comuns incluem dor pós-operatória, hematomas, sangramento e pneumotórax. A complicação mais específica e desafiadora é a sudorese compensatória, que pode ser tão ou mais incômoda que a hiperidrose original. Outras complicações raras incluem Síndrome de Horner. A bradicardia não é uma complicação típica da simpatectomia, que geralmente visa o sistema simpático e não o parassimpático cardíaco diretamente.
As complicações mais frequentes incluem dor no local da incisão, hematomas, sangramento, pneumotórax (devido à manipulação torácica) e, a mais notória, a sudorese compensatória em outras áreas do corpo.
A sudorese compensatória é a complicação mais comum e frustrante da simpatectomia, onde o corpo tenta compensar a ausência de suor nas áreas tratadas, resultando em sudorese excessiva em outras regiões, como tronco, costas, abdome ou coxas.
Sim, a Síndrome de Horner é uma complicação rara, mas possível, da simpatectomia torácica, especialmente se a lesão ocorrer no gânglio estrelado ou na cadeia simpática cervical. Ela se manifesta com ptose, miose e anidrose ipsilateral.
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