Sífilis Secundária: Estadiamento, Tratamento e Seguimento

Santa Casa de São Paulo - ISCMSP/FCMSCSP (SP) — Prova 2025

Enunciado

Joana, 37 anos, mulher cis, separada, gerente de RH, tinha em prontuário mais de 6 passagens na UBS nos últimos 3 meses por manchas no corpo, que não coçam. O médico atendeu a paciente em consulta agendada e, por avaliar as lesões como maculopapulares no corpo inclusive com algumas lesões nas mãos, suspeitou de sífilis, pedindo um teste rápido. O teste foi realizado na mesma manhã com resultado positivo. Ao conversar com a paciente, o médico apurou que ela havia tido, em uma única oportunidade, uma relação sexual desprotegida, há 9 meses. Nunca sentiu nada e não percebeu nenhuma lesão até o aparecimento das manchas pelo corpo e palma da mão há 3 meses, quando fez um exame médico para piscina do clube e foi reprovada, vindo buscar ajuda na UBS. Solicitou-se, então, o teste não treponêmico, cujo resultado foi positivo, confirmando o diagnóstico de sífilis. Com relação ao estadiamento, esquema terapêutico e seguimento, por se tratar de sífilis:

Alternativas

  1. A) Latente recente, benzilpenicilina benzatina 2,4 milhões UI, IM, dose única (1,2 milhão UI em cada glúteo), teste não treponêmico mensal.
  2. B) Recente secundária, benzilpenicilina benzatina 2,4 milhões UI, IM, 1x/semana (1,2 milhão UI em cada glúteo) por 3 semanas, teste não treponêmico mensal.
  3. C) Latente tardia, benzilpenicilina benzatina 2,4 milhões UI, IM, 1x/semana (1,2 milhão Ul em cada glúteo) por 3 semanas, teste não treponêmico trimestral.
  4. D) Recente primária, benzilpenicilina benzatina 2,4 milhões UI, IM, dose única (1,2 milhão Ul em cada glúteo), teste não treponêmico mensal.
  5. E) Recente secundária, benzilpenicilina benzatina 2,4 milhões UI, IM dose única (1,2 milhão UI em cada glúteo) teste não treponêmico trimestral.

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