Santa Casa de São José dos Campos (SP) — Prova 2023
A sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST), curável e exclusiva do ser humano, causada pela bactéria Treponema pallidum. Pode apresentar várias manifestações clínicas e diferentes estágios. Em geral manifesta-se entre seis e oito semanas após o desaparecimento espontâneo do cancro duro. As manifestações são: roséolas (exantema), sifílides papulosas, pápulas cutâneas, alopecia e condiloma sinais e sintomas como manchas no corpo, que geralmente não coçam, incluindo palmas das mãos e plantas dos pés, febre, mal-estar, dor de cabeça, ínguas pelo corpo caracterizam qual estágio da doença?
Sífilis secundária = exantema (palmo-plantar), sifílides papulosas, condiloma lata, alopecia, sintomas sistêmicos (febre, mal-estar).
O estágio secundário da sífilis é caracterizado por manifestações cutâneas e mucosas disseminadas, como exantema maculopapular (roséolas) que afeta palmas e plantas, sifílides papulosas, condiloma lata e alopecia. Sintomas sistêmicos como febre, mal-estar e linfadenopatia também são comuns, surgindo semanas após o desaparecimento do cancro duro primário.
A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST) causada pela bactéria Treponema pallidum, com uma prevalência crescente globalmente. É uma doença sistêmica que pode apresentar diversas manifestações clínicas ao longo de seus estágios, sendo crucial o reconhecimento para o diagnóstico e tratamento precoces. A compreensão dos diferentes estágios é fundamental para a prática clínica e para a saúde pública. O estágio secundário da sífilis ocorre semanas a meses após a infecção inicial e é caracterizado pela disseminação do Treponema pallidum pelo corpo, resultando em uma ampla gama de sinais e sintomas. As manifestações cutâneas são as mais proeminentes, incluindo o exantema maculopapular (roséolas) que classicamente afeta as palmas das mãos e plantas dos pés, sifílides papulosas e o condiloma lata, lesões altamente infecciosas. Outras manifestações incluem alopecia em "clareira", lesões mucosas (placas mucosas) e sintomas sistêmicos inespecíficos como febre, mal-estar, cefaleia e linfadenopatia generalizada. O diagnóstico da sífilis secundária é primariamente clínico, baseado nas manifestações características, e confirmado por testes sorológicos (não treponêmicos como VDRL/RPR e treponêmicos como FTA-Abs/TPHA). O tratamento é eficaz com penicilina benzatina, sendo essencial para prevenir a progressão para estágios mais avançados e potencialmente graves, como a sífilis terciária ou neurossífilis. A identificação e tratamento dos parceiros sexuais também são cruciais para o controle da transmissão.
As manifestações cutâneas mais características da sífilis secundária incluem as roséolas sifilíticas (exantema maculopapular, frequentemente em palmas e plantas), sifílides papulosas e o condiloma lata, que são lesões úmidas e elevadas em áreas de dobras.
Os sintomas da sífilis secundária geralmente aparecem entre seis a oito semanas após o desaparecimento espontâneo do cancro duro (lesão primária), que é a porta de entrada da bactéria Treponema pallidum.
Além das lesões cutâneas, a sífilis secundária pode apresentar sintomas sistêmicos como febre baixa, mal-estar geral, dor de cabeça, perda de peso, dor de garganta e linfadenopatia generalizada (ínguas pelo corpo).
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