Sífilis na Gestação: Diagnóstico e Controle com VDRL
UFMA/HU-UFMA - Hospital Universitário da UFMA (MA) — Prova 2016
Enunciado
A OMS estima 1.000.000 de casos de sífilis por ano entre as gestantes e preconiza a detecção e o tratamento oportunos dessas e de seus parceiros sexuais portadores de sífilis, considerando que a infecção pode ser transmitida ao feto, com graves implicações. Com relação à incidência de sífilis congênita, em 2013, observou-se uma taxa de 4,7 casos por 1.000 nascidos vivos no Brasil. Com relação à sífilis na gestação, qual a alternativa CORRETA?
Alternativas
A) O diagnóstico geralmente é feito com testes treponêmicos ou específicos como o VDRL, sendo o exame mais utilizado para o rastreamento no pré-natal.
B) Em torno de 5 dias (variando de 3 a 10 dias), após o contato sexual com paciente infectado, ocorre aparecimento da lesão (cancro duro).
C) O VDRL é o exame utilizado para rastreio e controle pós-tratamento, tanto no período gestacional, como não gestacional. Geralmente tende a negativar após tratamento efetivo.
D) Sífilis com duração indeterminada ou terciária deve ser tratada com duas doses de Penicilina G Benzatina (totalizando 4.800.000 UI).
E) A solicitação de VDRL no pré-natal é exame obrigatório apenas na primeira consulta. A repetição do exame no início do terceiro trimestre (28ª a 30ª semana) e no período periparto (momento da internação hospitalar) é recomendada apenas em casos selecionados.
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