SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2023
A principal via de transmissão vertical da sífilis se dá
Sífilis congênita → Principal via de transmissão = Transplacentária.
A sífilis congênita é uma infecção grave causada pelo Treponema pallidum transmitida da mãe para o feto. A principal e mais comum via de transmissão é a transplacentária, que pode ocorrer em qualquer fase da gestação, mas o risco e a gravidade aumentam com o avanço da gravidez e da doença materna não tratada.
A sífilis congênita representa um grave problema de saúde pública, sendo uma infecção evitável com consequências devastadoras para o feto e o recém-nascido. A doença é causada pela bactéria Treponema pallidum, e sua transmissão da mãe para o filho é conhecida como transmissão vertical. A principal via de transmissão vertical da sífilis é a transplacentária. O Treponema pallidum é capaz de atravessar a barreira placentária e infectar o feto em qualquer momento da gestação, embora o risco e a gravidade da infecção fetal aumentem com o avanço da gravidez e se a sífilis materna não for tratada ou for tratada inadequadamente. A prevenção da sífilis congênita é um pilar fundamental do cuidado pré-natal. O diagnóstico precoce da sífilis na gestante por meio de testes sorológicos e o tratamento adequado com penicilina benzatina são altamente eficazes para prevenir a infecção fetal. A ausência de tratamento ou o tratamento tardio podem resultar em aborto, natimorto, prematuridade e uma ampla gama de manifestações clínicas e sequelas no recém-nascido, reforçando a importância da vigilância e intervenção oportunas.
A transmissão transplacentária do Treponema pallidum pode ocorrer em qualquer fase da gestação, mas o risco aumenta com o avanço da gravidez e da fase da sífilis materna. Gestantes com sífilis primária ou secundária (fases iniciais) têm maior chance de transmitir a infecção.
A sífilis congênita pode levar a aborto espontâneo, natimorto, prematuridade, baixo peso ao nascer e uma série de manifestações clínicas no recém-nascido, como hepatoesplenomegalia, lesões cutâneas, osteocondrite, anemia e hidrocefalia, com sequelas graves a longo prazo.
A prevenção da sífilis congênita baseia-se no diagnóstico precoce e tratamento adequado da sífilis materna durante o pré-natal. O rastreamento sorológico (VDRL ou testes treponêmicos) deve ser realizado no primeiro trimestre, no terceiro trimestre e no momento do parto, com tratamento imediato da gestante e de seu parceiro, se necessário.
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