Sífilis Congênita: Diagnóstico e Tratamento no Recém-Nascido

USP/HCFMUSP - Hospital das Clínicas da FMUSP (SP) — Prova 2018

Enunciado

Mulher de 17 anos de idade, primigesta, está em relacionamento estável com seu parceiro há 1 ano e meio. Recebeu diagnóstico de sífilis na 16ª semana de gestação. Naquele momento, o VDRL da gestante era 1/32, com teste treponêmico positivo. Foi tratada, juntamente com seu parceiro, terminando o tratamento da 20ª semana de gestação. Na 30ª semana de gestação, o VDRL da gestante era 1/2. A criança, do sexo masculino, nasceu a termo (idade gestacional de 40 semanas), por parto vaginal, e com peso ao nascer 2.470 g. No dia do parto, o VDRL materno e do recém-nascido era 1/64, e ambos tinham teste treponêmico positivo. Qual alternativa indica a conduta para esse recém-nascido?

Alternativas

  1. A) Sorologia para sífilis no primeiro, no terceiro e sexto mês de idade, e penicilina benzatina (dose única).
  2. B) Coleta de liquor, hemograma, radiografia de ossos longos e penicilina cristalina por 10 dias.
  3. C) Hemograma, radiografia de ossos longos e penicilina procaína por 10 dias.
  4. D) Coleta de liquor, hemograma, radiografia de ossos longos. Se esses exames forem normais, observação clínica ambulatorial.

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