Sífilis Congênita: Conduta no RN de Mãe Inadequadamente Tratada

Universidade Evangélica de Goiás — Prova 2016

Enunciado

Dados maternos: 15 anos / 04 consultas de pré-natal / DUM: 30/03/2015 / USG (11/05/2015): 8 semanas. Doença hipertensiva específica da gestação (DHEG), em uso de metildopa 250 mg 8/8h nas últimas 2 semanas. Nega outras patologias na gestação. Uso de sulfato ferroso e ácido fólico na gestação. Sorologias 2º trimestre: HIV, VDRL, Hepatite B e C, Toxoplasmose - negativas. Rubéola e CMV imune.Dados do parto: Data: 02/12/2015, 22h; Parto: Cesárea/DHEG; Amniorrexe: 24h; Peso nascimento: 1980 g; IG (capurro): 37s.Ao relatar a assistência ao RN no prontuário, o médico assistente anota o resultado encontrado no Teste Rápido materno, realizado logo na admissão da mãe à maternidade - VDRL 1/64. Frente a tal resultado, qual deve ser a conduta do médico em relação ao RN?

Alternativas

  1. A) Solicitar VDRL, HG, VDRL do líquor e RX ossos longos e optar por tipo de tratamento dependendo do resultado dos exames. 
  2. B) Tratar com penicilina benzatínica, 50.000 U/kg, IM dose única.
  3. C) Tratar com penicilina procaína, 50.000 U/Kg, IM, 10 dias.
  4. D) Solicitar VDRL sanguíneo e iniciar tratamento do recém-nascido apenas se o título do menor for quatro vezes maior que o materno.

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