Universidade de Rio Verde - Campus Rio Verde — Prova 2020
"Mariana inicia trabalho de parto, 39 semanas de gestação. Chega à UBS com contrações 2 em 10, com dilatação 3 cm, com perda vaginal de secreção serosanguinolenta (tampão mucoso). DR. Guilherme entra em contato com o serviço da Maternidade para receber Mariana. Ao adentrar na Maternidade, Paulo é barrado e não permitem sua entrada. Mariana ganha Alice, nascida de parto normal, PN: 3.215g, E: 50cm, PC: 36cm, apgar: 8 e 9. Foi para alojamento conjunto, tendo alta da Maternidade com 72h. Foi orientada a realizar o teste do pezinho na Unidade Básica de Saúde mais próxima à sua casa". Ainda na Maternidade, o pediatra avalia a recém-nascida (RN) de Mariana, observa o cartão de pré-natal, verifica a infecção por sífilis e que o tratamento foi realizado conforme o protocolo do Ministério da Saúde. Diante de um caso de sífilis congênita de RN, qual a conduta adequada?
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