Sífilis Congênita: Diagnóstico e Tratamento da Neurossífilis

IFF/Fiocruz - Instituto Fernandes Figueira (RJ) — Prova 2018

Enunciado

Gestante da entrada na maternidade municipal em período expulsivo e sem exames de pré-natal. Nasce um bebê de parto vaginal, chorando forte, com tônus normal e frequência cardíaca de 150 bpm, rosado. O capurro somático é compatível com 40 semanas e o exame físico dele é absolutamente normal. Após 30 minutos, ficam prontos os exames de admissão da gestante na maternidade: VDRL = 1/32 e teste rápido anti-HIV negativo. Não há disponibilidade de realização de teste treponêmico no momento no município. Foram solicitados os seguintes exames: rx de ossos longos (laudo de normalidade), VDRL = 1/16, hemograma (laudo de normalidade com plaquetas de 180.000) e punção lombar com o seguinte resultado do líquor: 10 céls/ proteína de 200 mg/dl e VDRL negativo. Qual a conduta terapêutica indicada para recém-nascido neste caso?

Alternativas

  1. A) Fazer penicilina benzatina intramuscular e encaminhar para seguimento ambulatorial.
  2. B) Iniciar penicilina cristalina obrigatoriamente para caso neurossífilis.
  3. C) Iniciar penicilina procaína já que o VDRL negativo no líquor descarta neurossífilis.
  4. D) Repetir VDRL do recém-nascido em 24h e iniciar penicilina cristalina, caso venha maior que o VDRL materno.

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