Sífilis Congênita: Conduta no Recém-Nascido com LCR Alterado

Fundação Universidade Federal do Tocantins - Campus Palmas — Prova 2018

Enunciado

Gestante de 16 anos, sem pré-natal, chega à maternidade, em período expulso. Nasce bebê a termo, Apgar 9/10, assintomático e sem outras características relevantes para o exame físico inicial. O Pediatra do Alojamento Conjunto procede investigação para sífilis congênita, já que o teste rápido na mesma maternidade foi positivo para sífilis e negativo para HIV. Durante a investigação, o bebê apresenta os seguintes resultados de exames complementares: VDRL sérico: 1/8; Hemograma: sem alterações; radiografia de ossos longos: normal; LCR: 4 células/mm³, 16mg/dl de proteínas, 87 mg/dl de glicose e VDRL liquórico: ½. A conduta, em relação a esse recém-nascido, de acordo com as diretrizes para o Controle da Sífilis Congênita, do Ministério de Saúde, é:

Alternativas

  1. A) Acompanhamento clínico e sorológico, sem tratamento. 
  2. B) Tratamento com dose única de penicilina benzatina.
  3. C) Tratamento com pencilina cristalina por 10 dias.
  4. D) Tratamento com penicilina procaína por 10 dias. 
  5. E) Tratamento com penicilina procaína por 7 dias.

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