SEMUSA (SMS) Macaé — Prova 2022
Em relação à sibilância recorrente pós quadro viral, algumas medidas preventivas não farmacológicas podem ter impacto na prevenção e no controle de crises e complicações. As medidas mais importantes são, exceto:
Sibilância pós-viral → evitar tabagismo passivo, promover aleitamento, cuidar nutrição, vacinar (influenza/pneumococo).
A prevenção da sibilância recorrente pós-viral em crianças envolve medidas não farmacológicas que visam fortalecer a imunidade e reduzir a exposição a irritantes, como evitar o tabagismo passivo e promover o aleitamento materno, além da vacinação.
A sibilância recorrente pós-quadro viral é uma condição comum na infância, muitas vezes precursora ou manifestação de asma, especialmente em crianças pequenas. É caracterizada por episódios repetidos de chiado no peito após infecções virais respiratórias. A prevenção de crises e complicações é fundamental para melhorar a qualidade de vida da criança e reduzir a necessidade de intervenções farmacológicas. A fisiopatologia da sibilância pós-viral envolve a hiper-reatividade das vias aéreas induzida por infecções virais, especialmente em crianças com predisposição genética ou exposição a fatores ambientais. Medidas preventivas não farmacológicas atuam reduzindo a exposição a irritantes e fortalecendo a resposta imune. Evitar o tabagismo passivo é crucial, pois a fumaça do cigarro é um potente irritante das vias aéreas e fator de risco para sibilância e asma. Promover o aleitamento materno exclusivo nos primeiros meses de vida confere proteção imunológica significativa. Um bom estado nutricional é essencial para o desenvolvimento de um sistema imune robusto. Além disso, a vacinação contra agentes etiológicos comuns de infecções respiratórias, como o vírus influenza e o pneumococo, é uma estratégia eficaz para reduzir a carga de infecções e, consequentemente, os episódios de sibilância. Evitar o convívio social, como a escola, após uma certa idade não é uma medida preventiva recomendada, pois o benefício da socialização e do desenvolvimento supera o risco de infecções, que podem ser mitigadas por outras estratégias.
Medidas incluem evitar a exposição ao tabagismo passivo, promover o aleitamento materno, cuidar do estado nutricional da criança e garantir a vacinação para influenza e pneumococo.
O aleitamento materno fornece anticorpos e fatores imunológicos que fortalecem o sistema imune do bebê, protegendo contra infecções respiratórias e reduzindo o risco de sibilância.
A vacinação contra influenza e pneumococo previne infecções respiratórias que são gatilhos comuns para crises de sibilância, diminuindo a frequência e a gravidade dos episódios.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo