Sequestro Esplênico em Doença Falciforme: Diagnóstico e Conduta

UFRJ/HUCFF - Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (RJ) — Prova 2022

Enunciado

Menina, 2 anos, portadora de doença falciforme e sem história de internações prévias, apresenta quadro de febre seguida de dor abdominal difusa de início súbito há cerca de 3 horas. Exame físico: fácies de dor; palidez; taquicardia; taquipneia; temperatura axilar = 39,1oC; peristalse presente; dor difusa à palpação superficial e profunda do abdome com maior intensidade no quadrante superior esquerdo; baço palpável na altura da cicatriz umbilical. O diagnóstico mais provável e a conduta mais adequada, respectivamente, são:

Alternativas

  1. A) sequestro esplênico / internação; monitorização hemodinâmica; solicitação de hemograma, reticulócitos e amostra de sangue para possível hemotransfusão
  2. B) crise álgica / analgesia parenteral; observação na emergência e, caso haja melhora, alta com analgesia oral e orientação de retorno em 48horas
  3. C) crise aplásica / internação; solicitação de hemograma, reticulócitos e amostra de sangue para possível hemotransfusão
  4. D) síndrome torácica aguda com repercussão abdominal / solicitação de radiografia de tórax; manejo ambulatorial com antibióticos de amplo espectro; orientação de retorno em 36 horas

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