USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2025
Recém-Nascido (RN) do sexo masculino, nascido com 2950g, Apgar 9/10. A mãe teve pré-eclâmpsia na gestação e trabalho de parto inibido com 29 semanas. Com 36 semanas, ela apresentou um quadro febril, com trabalho de parto espontâneo e rotura da bolsa amniótica, sendo iniciado tratamento de corioamnionite. Evoluiu para um parto vaginal, 20 horas após a rotura da bolsa. Ao nascer, o RN foi colocado em contato pele a pele com a mãe, permanecendo em boas condições, com exame físico normal. Considerando a presença de fatores de risco para sepse neonatal precoce, qual é a conduta mais adequada para o RN neste momento?
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