FMC/HEAA - Faculdade de Medicina de Campos - Hospital Álvaro Alvim (RJ) — Prova 2022
Recém-nascido prematuro de 32 semanas de idade gestacional apresenta, às 43 horas de vida, febre, estase gástrica e taquipneia. A conduta adotada prontamente pela equipe da UTI neonatal é iniciar antibioticoterapia, visando combater os patógenos mais frequentemente encontrados nesses casos, que são:
Sepse neonatal precoce (<72h) em prematuro → S. agalactiae e E. coli são os principais patógenos.
A sepse neonatal precoce, que ocorre nas primeiras 72 horas de vida, é frequentemente causada por microrganismos adquiridos verticalmente da mãe. Em prematuros, os principais agentes são Streptococcus agalactiae (GBS) e Escherichia coli, exigindo cobertura antibiótica empírica para ambos.
A sepse neonatal é uma das principais causas de morbimortalidade em recém-nascidos, especialmente em prematuros. A sepse neonatal precoce, que se manifesta nas primeiras 72 horas de vida, é geralmente adquirida por transmissão vertical da mãe. Nesse cenário de um recém-nascido prematuro com sinais de infecção (febre, estase gástrica, taquipneia), a suspeita de sepse é alta e a conduta deve ser imediata. Os patógenos mais frequentemente envolvidos na sepse neonatal precoce são o Streptococcus agalactiae (GBS), que é o principal agente em muitos países, e a Escherichia coli, especialmente em prematuros e naqueles com baixo peso ao nascer. A antibioticoterapia empírica deve cobrir esses agentes, sendo a combinação de ampicilina (para GBS e Listeria) e um aminoglicosídeo (como gentamicina, para gram-negativos como E. coli) ou uma cefalosporina de terceira geração (como cefotaxima) a escolha padrão. A rapidez no início do tratamento é crucial para melhorar o prognóstico e reduzir a mortalidade.
Os principais patógenos da sepse neonatal precoce (início < 72 horas de vida) em prematuros são o Streptococcus agalactiae (Estreptococo do Grupo B) e a Escherichia coli, adquiridos geralmente por transmissão vertical.
A conduta inicial inclui estabilização do paciente, coleta de culturas (hemocultura, líquor, urina se indicado) e início imediato de antibioticoterapia empírica de amplo espectro, geralmente ampicilina e gentamicina ou cefotaxima.
Fatores de risco incluem prematuridade, ruptura prolongada de membranas (>18h), febre materna intraparto, corioamnionite, colonização materna por GBS não tratada e múltiplas avaliações vaginais.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo