FMABC - Faculdade de Medicina do ABC Paulista (SP) — Prova 2022
Na sepse neonatal precoce, os organismos mais associados com a infecção precoce são:
Sepse neonatal precoce → GBS e E. coli são os principais patógenos.
A sepse neonatal precoce, que se manifesta nas primeiras 72 horas de vida, é frequentemente causada por microrganismos adquiridos da mãe durante o parto. Os principais agentes são o Streptococcus do grupo B (GBS) e a Escherichia coli, ambos presentes no trato geniturinário materno.
A sepse neonatal é uma das principais causas de morbimortalidade em recém-nascidos, especialmente em prematuros. A sepse precoce, que se manifesta nas primeiras 72 horas de vida, é geralmente resultado da transmissão vertical de microrganismos da mãe para o feto ou recém-nascido durante a gestação ou o parto. Os agentes etiológicos mais frequentemente associados à sepse neonatal precoce são o Streptococcus do grupo B (GBS) e a Escherichia coli. Outros patógenos menos comuns incluem outras enterobactérias, Listeria monocytogenes e enterococos. A identificação desses agentes é crucial para a escolha da antibioticoterapia empírica inicial. A prevenção da sepse por GBS é realizada através do rastreamento materno e da profilaxia antibiótica intraparto em gestantes colonizadas ou com fatores de risco. O diagnóstico precoce e o tratamento agressivo com antibióticos de amplo espectro são essenciais para melhorar o prognóstico dos neonatos afetados.
A sepse neonatal precoce é definida como uma infecção sistêmica que se manifesta nas primeiras 72 horas de vida, geralmente adquirida no período intrauterino ou durante o parto, a partir de microrganismos presentes no trato geniturinário materno.
Fatores de risco incluem prematuridade, ruptura prolongada de membranas (>18 horas), corioamnionite materna, febre materna intraparto, colonização materna por GBS não tratada e história de sepse neonatal precoce em irmãos anteriores.
O tratamento empírico inicial geralmente consiste em uma combinação de ampicilina e um aminoglicosídeo (como gentamicina), visando cobrir os principais patógenos como GBS e E. coli. A terapia é ajustada após a cultura e o antibiograma.
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