Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Campus Curitiba — Prova 2025
Uma mulher de 60 anos, com histórico de doença renal crônica estágio 4 e insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, é admitida na UTI com diagnóstico de sepse secundária a uma infecção urinária complicada. No momento da admissão, a paciente apresenta sinais de hipoperfusão com extremidades frias, oligúria, e um nível sérico de lactato de 3,8 mmol/L. A pressão arterial é de 90/60 mmHg após administração inicial de 10 mL/kg de cristaloides intravenosos. A frequência cardíaca é de 110 bpm, e a frequência respiratória é de 26 rpm. A gaso- metria arterial mostra pH de 7,32, PaO2 de 68 mmHg, e PaCO2 de 32 mmHg. A paciente também está em uso crônico de betabloqueadores. A avaliação de USG a beira de leito evidencia presença de linhas “a” em todos os campos pulmonares e o índice de colapsibilidade da Veia Cava Inferior é de 62%. Com base nas diretrizes da Surviving Sepsis Campaign de 2023, qual é a próxima intervenção mais adequada no manejo desta paciente com sepse e sinais persistentes de hipoperfusão?
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