AMS - Autarquia Municipal de Saúde de Apucarana (PR) — Prova 2020
Em um hospital com capacidade para 500 leitos, que atende pacientes com patologias de alta complexidade terapêutica, foi criado o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP). De acordo com a portaria nº 1377, de 9 julho de 2013 e a portaria nº 2.095, de 24 de setembro de 2013, para subsidiar os profissionais do NSP, foram disponibilizados os protocolos que abordam os seguintes temas:
Protocolos de Segurança do Paciente (NSP): 6 metas essenciais para reduzir eventos adversos.
Os protocolos de segurança do paciente, estabelecidos por portarias ministeriais, são fundamentais para a atuação do NSP. Eles abrangem as seis metas internacionais de segurança do paciente, focando em práticas essenciais como higiene das mãos, identificação correta, cirurgia segura, prevenção de quedas e úlceras, e segurança medicamentosa.
A segurança do paciente é um componente crítico da qualidade da assistência à saúde, visando reduzir a ocorrência de eventos adversos e danos aos pacientes. No Brasil, a criação dos Núcleos de Segurança do Paciente (NSP) foi regulamentada por portarias ministeriais, como a nº 1.377/2013 e a nº 2.095/2013, que estabelecem a obrigatoriedade de sua instituição em serviços de saúde. Os protocolos de segurança do paciente são diretrizes baseadas nas Metas Internacionais de Segurança do Paciente, definidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Esses protocolos são essenciais para padronizar práticas e reduzir riscos. Eles incluem temas como a identificação correta do paciente, a comunicação efetiva entre profissionais, a segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos, a garantia de cirurgia segura, a prevenção de infecções (com ênfase na higiene das mãos) e a prevenção de quedas e úlceras por pressão. A implementação e o monitoramento desses protocolos pelo NSP são cruciais para a construção de uma cultura de segurança robusta. Residentes e profissionais de saúde devem dominar esses conceitos e práticas, pois a segurança do paciente é uma responsabilidade compartilhada e um pilar fundamental da boa prática clínica.
As seis metas são: identificar corretamente o paciente; melhorar a comunicação efetiva; melhorar a segurança dos medicamentos de alta vigilância; assegurar cirurgia segura; reduzir o risco de infecções associadas aos cuidados de saúde (higiene das mãos); e reduzir o risco de quedas e úlceras por pressão.
O NSP é responsável por promover a cultura de segurança, implementar e monitorar os protocolos de segurança, gerenciar riscos, investigar eventos adversos e propor melhorias contínuas nos processos assistenciais para garantir a segurança do paciente.
A higiene das mãos é a medida mais simples, eficaz e de menor custo para prevenir infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS), sendo uma das metas internacionais de segurança do paciente e um pilar fundamental em qualquer protocolo de segurança.
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