UFF/HUAP - Hospital Universitário Antônio Pedro - Niterói (RJ) — Prova 2018
Dentre o conjunto de estratégias para compor uma política de saúde do homem, a informação AUSENTE no diagnóstico da saúde da população masculina é que:
Obesidade é mais prevalente em MULHERES no Brasil, não homens.
A Política Nacional de Saúde do Homem aborda diversos indicadores de morbimortalidade masculina. Embora homens apresentem maior tabagismo, menor expectativa de vida e maior mortalidade por causas externas, a obesidade é, de fato, mais prevalente na população feminina brasileira.
A saúde do homem no Brasil é um campo de crescente atenção em políticas públicas, visando reverter um cenário de alta morbimortalidade e menor expectativa de vida em comparação com as mulheres. A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) busca promover a saúde masculina de forma integral, considerando as especificidades de gênero e as barreiras culturais que dificultam o acesso e a adesão dos homens aos serviços de saúde. O diagnóstico da saúde da população masculina revela dados preocupantes: homens têm uma expectativa de vida significativamente menor, são mais acometidos por causas externas (acidentes, violências), apresentam maior índice de tabagismo e alcoolismo, e buscam menos os serviços de saúde para prevenção e tratamento. A cada cinco pessoas que morrem na faixa etária de 20 a 30 anos, quatro são homens, evidenciando a vulnerabilidade dessa população em idades produtivas. No entanto, é crucial analisar os dados com precisão. Embora muitos indicadores de saúde sejam piores para os homens, a obesidade, por exemplo, apresenta maior prevalência na população feminina brasileira. Compreender essas nuances é fundamental para que residentes e profissionais de saúde possam planejar e implementar ações de saúde mais eficazes e direcionadas, desmistificando preconceitos e promovendo uma abordagem integral e equitativa.
Os desafios incluem a menor procura por serviços de saúde, maior mortalidade por causas externas (violência, acidentes), maior prevalência de tabagismo e consumo de álcool, e menor expectativa de vida em comparação com as mulheres.
A menor expectativa de vida masculina está associada a fatores como maior exposição a riscos e violências, menor adesão a hábitos saudáveis, e menor busca por atenção primária e prevenção de doenças.
No Brasil, a obesidade é mais prevalente entre as mulheres, embora a prevalência em homens também seja alta e crescente. Este é um dado importante para o planejamento de políticas de saúde.
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