SES-RJ - Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2020
Em relação à saúde do homem no Brasil, os dados dos DATASUS e CID-10 (2015) demonstram que:
Mortalidade masculina no Brasil: causas externas > doenças cardiorrespiratórias.
No Brasil, as principais causas de mortalidade masculina são as causas externas (acidentes, violências), seguidas pelas doenças cardiorrespiratórias. Isso reflete um padrão de morbimortalidade que difere do feminino e aponta para a necessidade de políticas de saúde específicas para o homem.
A saúde do homem no Brasil é um tema de grande relevância epidemiológica, com padrões de morbimortalidade que se distinguem dos observados em mulheres. Dados do DATASUS e da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) consistentemente demonstram que os homens apresentam uma expectativa de vida menor e são mais afetados por certas condições. A compreensão dessas tendências é fundamental para a formulação de políticas públicas e para a prática clínica. As principais causas de mortalidade masculina no Brasil são as causas externas, que englobam acidentes de transporte, homicídios, suicídios e outras violências. Este grupo de causas é seguido de perto pelas doenças do aparelho circulatório (doenças cardiovasculares) e respiratório. Essa prevalência de causas externas reflete fatores sociais, culturais e comportamentais, como maior exposição a situações de risco, menor adesão a medidas preventivas e menor procura por serviços de saúde. Para residentes e profissionais de saúde, é essencial reconhecer esses padrões para promover a saúde do homem de forma mais eficaz. Isso inclui a educação sobre prevenção de acidentes e violências, rastreamento e manejo de doenças cardiovasculares e respiratórias, e o incentivo à procura regular por atendimento médico, desmistificando barreiras culturais que dificultam o acesso masculino à saúde.
As principais causas de mortalidade masculina no Brasil são as causas externas, como acidentes de trânsito, homicídios e suicídios, seguidas pelas doenças cardiorrespiratórias, como infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral.
Homens no Brasil tendem a ter uma expectativa de vida menor que as mulheres, morrendo em média mais cedo. Isso se deve, em parte, à maior exposição a riscos e menor procura por serviços de saúde, além das causas externas.
As políticas de saúde para o homem são cruciais para abordar as especificidades da morbimortalidade masculina, incentivando a prevenção, o diagnóstico precoce e o acesso aos serviços de saúde, visando reduzir as taxas de mortalidade por causas evitáveis.
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