PSU PRMMT - Processo Seletivo Unificado de Residência Médica do MT — Prova 2024
A situação de saúde das crianças brasileiras apresenta mudanças significativas, como a redução das doenças infecciosas e o surgimento de novas morbidades que requerem abordagens diferentes. Em relação a saúde da criança, é correto o que se afirma em:
Saúde da criança: Acompanhamento integral inclui crianças com e sem patologia crônica na área de abrangência da USF.
A saúde da criança no Brasil evoluiu, com redução de doenças infecciosas e aumento de morbidades crônicas e sociais. A atenção primária à saúde deve ser abrangente, focando na promoção, prevenção e cuidado integral, incluindo o acompanhamento de todas as crianças da área, com ou sem condições crônicas, e a identificação de vulnerabilidades como a violência doméstica.
A saúde da criança no Brasil tem passado por uma transição epidemiológica, com a redução da mortalidade por doenças infecciosas e o aumento da prevalência de condições crônicas, transtornos do desenvolvimento e problemas relacionados a fatores sociais e ambientais. Essa mudança exige uma abordagem mais complexa e integral na atenção à saúde infantil, que vai além do modelo puramente curativo. O processo saúde-doença da criança é intrinsecamente ligado ao seu estágio de crescimento e desenvolvimento, bem como ao seu contexto social. A vulnerabilidade biológica é maior em idades precoces, diminuindo com o avanço da idade. A atenção à criança deve ser proativa e preventiva, buscando modificar ambientes e promover estilos de vida saudáveis, e não apenas reativa ao adoecimento. A atuação do médico de família e comunidade é fundamental nesse cenário, abrangendo o acompanhamento de todas as crianças da área de abrangência da unidade de saúde da família, incluindo aquelas com patologias crônicas. A identificação de situações de violência doméstica pode ocorrer tanto na consulta quanto na visita domiciliar, e ambas as observações são válidas e devem ser consideradas para a proteção da criança.
O processo saúde-doença da criança é influenciado pelo seu momento de crescimento e desenvolvimento, sua inserção social, e fatores ambientais. A vulnerabilidade biológica é inversamente proporcional à idade, sendo maior em lactentes e crianças pequenas.
A atenção primária deve focar na promoção da saúde, prevenção de doenças, acompanhamento do crescimento e desenvolvimento, e no atendimento integral da criança. Isso inclui a identificação de riscos e vulnerabilidades, como a violência doméstica, em todos os ambientes de contato.
Devem ser incluídas todas as crianças que residem na área de abrangência da unidade de saúde da família, independentemente de apresentarem ou não patologia crônica ou condição crônica de saúde, garantindo um cuidado contínuo e abrangente.
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