UNCISAL - Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas — Prova 2020
Sobre sarampo, é incorreto afirmar:
Infecção por sarampo confere imunidade PERMANENTE.
A infecção natural pelo vírus do sarampo confere imunidade permanente e duradoura contra a doença, o que é um dos princípios que sustentam a erradicação através da vacinação, que busca mimetizar essa resposta imune.
O sarampo é uma doença infecciosa aguda, altamente contagiosa, causada por um vírus RNA da família Paramyxoviridae. Apesar da existência de uma vacina eficaz, surtos ainda ocorrem globalmente, especialmente em populações com baixa cobertura vacinal. Compreender a doença é vital para a saúde pública e a prática clínica. A infecção natural pelo vírus do sarampo confere imunidade permanente e duradoura ao indivíduo, o que significa que uma pessoa que teve sarampo uma vez geralmente não o contrairá novamente. Este é um princípio fundamental da imunologia do sarampo e a base para o sucesso da vacinação em massa. A vacina tríplice viral (SCR) mimetiza essa resposta imune, induzindo proteção efetiva. As principais complicações do sarampo são graves e podem incluir pneumonia (a causa mais comum de óbito), otite média, diarreia, laringite, encefalite aguda e, a longo prazo, a panencefalite esclerosante subaguda (PEES), uma condição neurológica fatal. A vacinação com duas doses é essencial para atingir a proteção efetiva e prevenir a disseminação da doença, protegendo tanto o indivíduo quanto a comunidade através da imunidade de rebanho.
As principais complicações do sarampo incluem pneumonia (a causa mais comum de morte), otite média, diarreia, laringite, encefalite aguda e, mais raramente, panencefalite esclerosante subaguda (PEES), cegueira e miocardite.
São necessárias duas doses da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) para atingir proteção efetiva e duradoura contra o sarampo, conforme o calendário vacinal recomendado.
Atualmente, a maior concentração de casos de sarampo ocorre em crianças menores de 1 ano (que ainda não completaram o esquema vacinal ou não receberam a primeira dose) e em adultos não vacinados ou com esquema vacinal incompleto.
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