SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2020
Adolescente chegou de viagem recente e apresenta rash cutâneo eritematoso, com dor de gargante, febre e conjuntivite. Fechado o diagnóstico de sarampo. Assim, qual é a recomendação referente ao caso?
Sarampo → Vacinação de bloqueio em suscetíveis até 72h pós-contato é a principal medida.
A vacinação de bloqueio com a vacina tríplice viral (SCR) em indivíduos suscetíveis (não vacinados ou com esquema incompleto) expostos ao sarampo é a medida mais eficaz para conter a disseminação da doença, devendo ser realizada idealmente em até 72 horas após o contato.
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, prevenível por vacinação, que pode levar a complicações graves. Seu diagnóstico precoce e a implementação de medidas de controle são essenciais para evitar surtos. A suspeita clínica baseia-se em febre, exantema maculopapular, tosse, coriza e conjuntivite, além de história de contato ou viagem. A conduta após o diagnóstico de sarampo envolve principalmente medidas de controle de infecção e profilaxia pós-exposição. A vacinação de bloqueio com a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) é a principal estratégia para contactantes suscetíveis, devendo ser administrada em até 72 horas após a exposição. Para grupos de alto risco que não podem receber a vacina (como imunocomprometidos, gestantes suscetíveis e lactentes menores de 6 meses), a imunoglobulina humana padrão é a medida profilática indicada, administrada preferencialmente em até 6 dias após o contato. O isolamento do paciente com sarampo, com precauções para aerossóis, é fundamental até 4 dias após o início do exantema.
O sarampo se manifesta com febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, manchas de Koplik na mucosa oral e um exantema maculopapular que surge na face e se espalha para o tronco e membros.
Indivíduos suscetíveis (não vacinados, com esquema incompleto ou sem comprovação de imunidade) que tiveram contato com um caso de sarampo devem receber a vacina tríplice viral em até 72 horas após a exposição.
A imunoglobulina é indicada para contactantes suscetíveis de alto risco, como gestantes, imunocomprometidos e lactentes menores de 6 meses, e deve ser administrada preferencialmente em até 6 dias após a exposição.
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