HOS/BOS - Hospital Oftalmológico de Sorocaba - Banco de Olhos (SP) — Prova 2025
Dentre as alternativas a seguir, assinale a que apresenta a principal causa de sangramento uterino pós-menopausa.
Sangramento uterino pós-menopausa → Atrofia endometrial é a causa mais comum, mas sempre investigar malignidade.
A atrofia endometrial é a causa mais frequente de sangramento uterino pós-menopausa, devido à diminuição dos níveis de estrogênio que leva ao afinamento e fragilidade do endométrio. No entanto, é crucial investigar sempre para excluir causas mais graves, como câncer de endométrio.
O sangramento uterino pós-menopausa é definido como qualquer sangramento vaginal que ocorre 12 meses após a última menstruação. É um sintoma que sempre exige investigação, pois, embora a maioria das causas seja benigna, ele pode ser o primeiro sinal de câncer de endométrio. A atrofia endometrial, decorrente da deficiência estrogênica, é a etiologia mais comum, respondendo por cerca de 60-80% dos casos. A fisiopatologia da atrofia endometrial envolve o afinamento do endométrio devido à ausência de estímulo estrogênico, tornando-o frágil e propenso a sangramentos. Outras causas incluem pólipos endometriais, hiperplasia endometrial (especialmente a atípica, que é precursora de câncer), e o próprio câncer de endométrio. O uso de tamoxifeno, que tem efeito estrogênico no endométrio, também pode causar sangramento e aumentar o risco de patologias endometriais. A abordagem diagnóstica inicial inclui uma história clínica detalhada e exame físico. A ultrassonografia transvaginal é o primeiro exame complementar, avaliando a espessura endometrial. Se a espessura for maior que 4-5 mm ou se houver fatores de risco para câncer, uma biópsia endometrial (por histeroscopia ou curetagem) é mandatória para excluir malignidade. O tratamento dependerá da causa subjacente.
A atrofia endometrial é a causa mais comum de sangramento uterino após a menopausa, ocorrendo devido à deficiência de estrogênio que torna o endométrio fino e friável, propenso a sangramentos.
Outras causas importantes incluem pólipos endometriais, hiperplasia endometrial (especialmente a atípica, que é precursora de câncer) e, crucialmente, câncer de endométrio, que deve ser sempre descartado.
A investigação geralmente inclui ultrassonografia transvaginal para avaliar a espessura endometrial, seguida por biópsia endometrial (histeroscopia com biópsia ou curetagem) se a espessura for maior que 4-5 mm ou se houver fatores de risco.
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