PSU-ES - Processo Seletivo Unificado do Espírito Santo — Prova 2024
Sangramento Uterino Anormal (SUA) é a denominação utilizada atualmente para nomear as alterações da menstruação decorrentes de aumento no volume, na duração ou na frequência. Termos como hemorragia uterina disfuncional ou menorragia estão abandonados. Tem grande importância pela sua frequência e por afetar negativamente aspectos físicos, emocionais, sexuais e profissionais, piorando a qualidade de vida das mulheres. Sobre essa afecção, é CORRETO afirmar que:
SUA agudo e intenso → estabilização hemodinâmica prioritária, investigação etiológica posterior.
Em casos de Sangramento Uterino Anormal (SUA) agudo e intenso, a prioridade é a estabilização hemodinâmica da paciente e o controle da hemorragia. A investigação etiológica detalhada pode ser postergada para um momento em que a paciente esteja estável, pois o diagnóstico direciona o tratamento definitivo.
O Sangramento Uterino Anormal (SUA) é uma condição ginecológica comum que afeta a qualidade de vida das mulheres, sendo caracterizado por alterações no volume, duração ou frequência do sangramento menstrual. A abordagem diagnóstica e terapêutica do SUA é complexa e deve ser individualizada, visando identificar a causa subjacente para um tratamento eficaz. Em situações de SUA agudo e intenso, a prioridade máxima é a estabilização hemodinâmica da paciente e o controle imediato da hemorragia. Nesses casos, medidas terapêuticas para estancar o sangramento devem ser instituídas prontamente, mesmo antes de um diagnóstico etiológico completo. A investigação da causa pode ser postergada para um momento em que a paciente esteja estável, permitindo uma avaliação mais detalhada e direcionada. O sucesso do tratamento do SUA está diretamente ligado ao diagnóstico etiológico preciso, que pode ser guiado pela classificação PALM-COEIN. É fundamental que residentes compreendam a importância de diferenciar o manejo do sangramento agudo da investigação crônica, garantindo a segurança da paciente e a eficácia do tratamento a longo prazo.
A prioridade é a estabilização hemodinâmica da paciente e o controle imediato da hemorragia, utilizando medidas como uso de uterotônicos, tamponamento ou cirurgia, se necessário.
A investigação etiológica deve ser realizada assim que a paciente estiver hemodinamicamente estável e o sangramento controlado, pois o diagnóstico da causa subjacente é crucial para o tratamento definitivo.
As causas de SUA são classificadas pelo sistema PALM-COEIN, incluindo pólipos, adenomiose, leiomiomas, malignidade e hiperplasia (PALM), e coagulopatias, disfunção ovulatória, endometrial, iatrogênica e não classificadas (COEIN).
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