ICEPI - Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação (ES) — Prova 2022
O sangramento gastrointestinal (GI) alto refere-se a sangramentos que se originam do trato GI proximal ao ligamento de Treitz, sendo responsável por quase 80% das hemorragias GI significativas. Com relação a esses sangramentos, assinalar a alternativa CORRETA:
HDA = sangramento proximal ao ligamento de Treitz; causas categorizadas em varicosas (hipertensão portal) e não varicosas.
O sangramento gastrointestinal alto é uma emergência comum e grave, e sua etiologia é classicamente dividida em causas varicosas (associadas à hipertensão portal, como varizes esofágicas) e não varicosas (como úlceras pépticas, esofagites, lacerações de Mallory-Weiss). Essa categorização é fundamental para guiar o diagnóstico e o manejo terapêutico.
O sangramento gastrointestinal (GI) alto é uma das emergências médicas mais frequentes e potencialmente graves, sendo responsável por aproximadamente 80% de todas as hemorragias GI significativas. Ele se refere a qualquer sangramento que se origina no trato gastrointestinal proximal ao ligamento de Treitz, incluindo esôfago, estômago e duodeno. A rápida identificação da etiologia e o manejo adequado são cruciais para reduzir a morbimortalidade. A fisiopatologia e o diagnóstico do sangramento GI alto são complexos, mas a categorização das causas é um passo fundamental. As etiologias são melhor divididas em dois grandes grupos: sangramentos varicosos e sangramentos não varicosos. Os sangramentos varicosos são causados por varizes esofágicas ou gástricas, que se desenvolvem como consequência da hipertensão portal, geralmente em pacientes com cirrose hepática. Os sangramentos não varicosos são mais comuns e incluem úlceras pépticas (a causa mais frequente), esofagites, lacerações de Mallory-Weiss, lesões de Dieulafoy, entre outras. O tratamento inicial do sangramento GI alto envolve a estabilização hemodinâmica do paciente, com reposição volêmica e, se necessário, transfusão sanguínea. A endoscopia digestiva alta é o pilar diagnóstico e terapêutico, permitindo a identificação da fonte do sangramento e a realização de hemostasia. O prognóstico varia conforme a causa, a gravidade do sangramento e a presença de comorbidades. O uso de inibidores da bomba de prótons (IBPs) é padrão para sangramentos não varicosos, enquanto para sangramentos varicosos, fármacos vasoativos (como octreotide) e profilaxia de infecção são essenciais.
O sangramento gastrointestinal alto é definido como qualquer hemorragia que se origina no trato gastrointestinal proximal ao ligamento de Treitz, que marca a transição entre o duodeno e o jejuno.
As causas são classicamente divididas em sangramentos varicosos, que são decorrentes de varizes (geralmente esofágicas ou gástricas) associadas à hipertensão portal, e sangramentos não varicosos, que incluem úlceras pépticas, esofagites, lacerações de Mallory-Weiss e outras.
A úlcera péptica (gástrica ou duodenal) é a causa mais comum de sangramento gastrointestinal alto não varicoso, sendo responsável por uma grande proporção dos casos.
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