UEPA - Universidade do Estado do Pará - Belém — Prova 2023
No ano de 2022, estima-se que quase 35 milhões de pessoas no Brasil vivem sem água tratada e cerca de 100 milhões não têm acesso à coleta de esgoto, o que gera impacto direto na mortalidade infantil e qualidade da saúde da população. Saneamento básico é previsto na lei 8080/90, sendo determinado por:
Saneamento Básico: competência compartilhada entre União, Estados e Municípios, essencial para a saúde pública.
A Lei 8.080/90 reconhece o saneamento básico como um determinante e condicionante da saúde. Sua execução é uma responsabilidade compartilhada entre União, Estados e Municípios, refletindo a complexidade e a importância desse serviço para a qualidade de vida e a redução da morbimortalidade da população.
O saneamento básico é um conjunto de serviços essenciais que engloba o abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, e drenagem e manejo das águas pluviais urbanas. Sua importância para a saúde pública é inegável, sendo um dos principais determinantes sociais da saúde, conforme preconizado pela Lei 8.080/90. A ausência de saneamento básico adequado tem um impacto devastador na qualidade de vida da população, especialmente em crianças, contribuindo para altas taxas de mortalidade infantil por doenças infecciosas. A questão ressalta a grave situação de milhões de brasileiros sem acesso a esses serviços fundamentais, o que gera um ciclo vicioso de doenças e pobreza. A competência para a gestão e execução do saneamento básico no Brasil é compartilhada entre a União, os Estados e os Municípios. Embora os municípios tenham a responsabilidade primária pela prestação direta dos serviços, os estados e a União atuam na formulação de políticas, regulação, financiamento e apoio técnico. Essa colaboração federativa é crucial para superar os desafios e universalizar o acesso ao saneamento, um direito básico e um investimento fundamental em saúde.
A Lei 8.080/90, que dispõe sobre o Sistema Único de Saúde (SUS), reconhece o saneamento básico como um dos fatores determinantes e condicionantes da saúde, evidenciando sua importância para a promoção e proteção da saúde da população.
A responsabilidade pelo saneamento básico no Brasil é compartilhada entre os três níveis de governo: União, Estados e Municípios. Cada ente federativo possui atribuições específicas na formulação de políticas, regulação, fiscalização e prestação dos serviços.
A falta de saneamento básico adequado está diretamente ligada a altas taxas de mortalidade infantil, principalmente por doenças de veiculação hídrica, como diarreias e parasitoses. O acesso à água tratada e esgoto reduz significativamente a incidência dessas enfermidades.
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